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CARF: Zelotes pede dez anos de prisão para ex-dirigente do Grupo Safra

A Procuradoria da República no Distrito Federal pediu ao juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal no Distrito Federal, a condenação de João Inácio Puga, ex-vice-presidente do Grupo Safra, a pelo menos dez anos de prisão pelos crimes de corrupção e obstrução da Justiça, além do pagamento, de forma solidária com outros quatro réus, de pelo menos R$ 15,3 milhões a título de danos morais. O pedido do MPF foi feito nas alegações finais da ação penal da Zelotes, que acusa o ex-executivo do Grupo Safra, atualmente aposentado, de acertar o pagamento de propinas a servidores públicos da Receita Federal para favorecer a JS Administração de Recursos S.A., também do Grupo Safra, em processos relativos a multas de mais de R$ 2 bilhões no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). 

Para os procuradores, as investigações da Zelotes – com escutas telefônicas com autorização judicial, interceptações de e-mails, apreensão de documentos e até registros de conversas dos réus em restaurantes e locais públicos – levaram à produção de “provas oceânicas” que confirmaram a versão da denúncia ao longo da ação penal, que tramita desde 2015 na Justiça Federal do Distrito Federal e agora está em sua etapa final. De acordo com os procuradores Frederico de Paiva Carvalho e Hebert Reis Mesquita, da força-tarefa da Zelotes, as provas confirmam que Puga negociou o acerto de R$ 15,3 milhões em propinas para a organização que atuava para favorecer empresas com dívidas milionárias com a União. 

Apesar de citados na ação penal, a JS Administração e o Grupo Safra não são acusados de nenhum crime. O MPF também chegou a denunciar o acionista majoritário do Grupo Safra, Joseph Safra, mas, graças a um recurso ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o executivo se livrou da ação penal e atualmente não responde a nenhum processo na Zelotes.

O advogado de João Inácio Puga, Celso Vilardi, não quis comentar o caso.


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